O ser humano adora a Deus desde a história da criação:
1- Adão e Eva tinham intimidade com o Criador. A bíblia mostra que Deus
passeava no jardim do Éden na viração do dia, ou seja, todas as tardes,
para ter comunhão com eles (Gn 3:8);
2- Caim e Abel, como expresão de Adoração, traziam à Deus ofertas dos seus trabalhos com vegetais e animais (Gn 4:3,4);
3- Os descendentes de Sete invocavam o "Nome do Senhor" (Gn 4:26);
4- Noé construiu um altar para oferecer holocausto ao Senhor, após o dilúvio (Gn 8:20);
5- Abraão quando foi chamado para a terra prometida, também edificou um
altar e invocou o Nome do Senhor (Gn 12:7,8; 13:4,18). Ele também
adorou quando em obediência se dispôs a sacrificar o seu ùnico filho
Isaque à Deus (Gn 22:1-13)
Somente depois do êxodo, quando o Tabernáculo foi construido, é que a
adoração pública tornou-se formal. A partir de então, sacrifícios
regulares passaram a ser oferecidos a Deus diariamente, semanalmente
(no dia do Senhor) e nas festas sagradas anuais. Posteriormente o culto a
Deus foi centralizado no templo de Jerusalém. Quando o templo foi
destruido, os judeus construiram as sinagogas como locais de ensino da
lei e adoração a Deus.
A Adoração na igreja primitiva era prestada tanto no templo de Jerusalém, como em suas próprias residências (At 2:46,47)
Um fato marcante da Adoração no AT era o sistema sacrificial (Nm 28 e
29). Continuamente eram oferecidos holocaustos à Deus como expressão da
Adoração e da necessidade do homem achegar-se a Deus. Uma vez que o
sacrifício de Cristo na cruz cumpriu esse sistema, já não há mais
necessidade de derramamento de sangue como forma de cultuar a Deus (Hb
9:1 à 10:18), pois o sangue de Jesus é eficaz e perfeito.
A Igreja do NT, através da ordenança da Ceia do Senhor, comemora o
sacrifício de Cristo, efetuado de uma vez por todas (1 Co 11:23-26).
Somos exortados e convocados a oferecer "sempre, por Ele, a Deus
sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o Seu
Nome" (Hb 13:15), e "oferecer nossos corpos como sacrifício, vivo, santo
e agradável à Deus" (Rm 12:1).

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